sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Don't you hate it?

When you can't be a bitch back to someone?


Ao Sr. que decidiu preencher aquele questionário todo negativo por simplesmente não o poder colocar no quarto que pretendia... Fuck You. É feio prejudicar os outros por capricho. 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ranking das nacionalidades mais chatas...

Pois é ao fim de 4 meses várias nacionalidades me passaram pelas mãos (nada de pensamentos pecaminosos). Posso garantir-vos que a chatice deve ser genético porque são quase sempre os mesmos sotaques e línguas a dar-me cabe da paciência. Vamos lá a isto:

1- Brasileiros, são moles. Ficam ofendidos quando somos rápidos e despachamos. Não percebem o que é pequeno almoço. Precisam que se explique tudo 3 vezes ou mais. esquecem-se que estão a pagar por um serviço de 3 estrelas e querem serviço de 5 estrelas. Nunca nada está bem e elevado índice de armarem barraca.

2- Chineses, Japoneses... Asiáticos nos geral. Raramente percebem o que dizemos. Muitos não sabem falar Inglês e dos que falam... é quase como se não falassem. Por isso demoram imenso tempo a perceber o que quer que seja. Cansam-me.

3- Açorianos. Não são bem um país, não são bem Portugal. Acreditem que percebe-los ao telefone com ruído de fundo não é fácil e aquilo parece tudo menos português. Pior, quando chegam a maioria (de profissão professores), são arrogantes e prepotentes roçando bastante a má educação.

4- Italianos, falam alto, gostam de tocar a campainha, não percebem nem português nem espanhol e Inglês também não.

5- Países de leste a brutidade e incapacidade de perceber Inglês assusta-me.

P.s- não quero com este texto ofender ninguém. Já encontrei em qualquer uma destas "nacionalidades" pessoas impecáveis... mas a maioria é assim...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um dia vou perceber a dificuldade...

O que é que as pessoas não percebem quando se diz sobe a rua. Quando só há efectivamente uma rua que sobe?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Viagens de Comboio

No fim de quase 3 meses de idas e voltas de Inter-cidades começo a estabelecer alguns tipos de pessoas que por lá se costumam encontrar:

Os pseudo-séc XXI:

Porquê pseudo? porque apesar de terem os seus computadores topo de gama ainda não descobriram uma invenção chamada phones que nos permitir ouvir o que queremos sem incomodar os outros. Pois é meus amigos, eu apoio que vejam séries e ouçam música mas de forma a que eu não a oiça. E para ti meu caro que ias no comboio nesta quinta-feira a tirar macacos do nariz e a comer bananas, eu estava de phones e mesmo assim ouvia-te. Espero que leias isso.

Os passivo-agressivos reformados:

São pessoas que falam alto, de forma agressiva. Sobre o falso pretexto de já não terem idade para mudar nada criticam o governo, os jovens,  os de meia idade, os serviços, o futebol. São capazes de continuar por horas. Um verdadeiro prós e contras na CP.

Os tagarelas:

Falam com toda a gente, sem se perceberem que estão a dar uma seca do C*r*l*o a pessoa com quem falam. Já vi tanta gente a sofrer...

Os dorminhocos:

Confesso que me enquadro neste grupo o que pode trazer algumas humilhações. Desde as bocas abertas, os fios de baba a escorrer... Não é bonito.




sexta-feira, 13 de julho de 2012

E quando o entusiasmo se vai...

Começamos a ver as dificuldades. Gostava de saber que raio se passa para tudo correr mal. E pela primeira vez na minha vida começo-me a achar fraco para aguentar a situação. 

sábado, 7 de julho de 2012

Nunca se aplicou tão bem...

CansaçoO que há em mim é sobretudo cansaço —
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas —
Essas e o que falta nelas eternamente —;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada —
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimno, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos, in "Poemas"